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Brasil Ride

Mais que uma prova... Uma etapa em sua vida!

21 a 27 de outubro de 2018

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Press Release

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2017-12-05

Baiano Kennedi Sampaio, de 23 anos, sonha com Tóquio 2020

Em um bate-papo com o ciclista Kennedi Sampaio (Squadra Oggi), natural de Castro Alves, na Bahia, pudemos conhecer um pouco da opinião do ciclista a respeito da Brasil Ride e também da importância que ele dá a principal ultramaratona de MTB das Américas. Em 2017, Kennedi fez sua estreia na Brasil Ride e logo de cara conquistou o título da American Men, ao lado de seu parceiro de equipe Mario Antonio Veríssimo.

Com 23 anos de idade completados no dia 1º de dezembro, Kennedi acumula grandes resultados no mountain bike nacional. Já conquistou títulos como o Campeonato Baiano de MTB de XCO (Cross Country Olímpico) e XCM (Maratona), foi campeão da Copa Norte/Nordeste de MTB e concluiu em quarto lugar o Brasileiro de Maratona. Assim como os demais ciclistas profissionais de sua geração, tem um sonho: representar o Brasil na Olimpíada Tóquio 2020.

1) Você acha que ter corrido pela primeira vez com alguns dos melhores ciclistas do mundo te ajudou a evoluir neste "intercâmbio" de experiências que é a Brasil Ride?

Resposta: Correr a Brasil Ride é uma sensação que você muitas vezes não consegue nem descrever. Você amadurece como atleta e também como pessoa. Você passa a enxergar o ato de competir de uma forma diferente. Ter essa experiência mostra que estar bem na forma física é necessário, mas também psicologicamente, porque exige bastante. Os sete dias de competições na Brasil Ride me ajudaram a evoluir muito. Você entra nela achando que será de um jeito e acaba se surpreendendo. Uma competição fundamental no calendário brasileiro, ainda mais por ser de nível internacional e receber ciclistas do mundo inteiro.

2) Na Brasil Ride você pode competir com esses ciclistas de alto nível, algo que você só poderia encontrar no exterior. Você consegue ter uma dimensão de quanto é bom ter essas provas em casa e não ter que ir para o exterior? Ou seja, quanto custaria esta bagagem de experiência se tivesse que viajar para fora?

Resposta: Além de ser uma prova de altíssimo nível, com estrutura magnífica, ela proporciona você ter contato com muitos dos melhores atletas do mundo no mountain bike. Ultramaratonistas e até ciclistas de Cross Country. Lá você consegue perceber e entender a cultura deles, algo que dá para refletir e tirar as coisas boas. É um momento tranquilo de convivência com essas feras e acredito que até se fossemos lá para fora, não seria possível ter o mesmo contato que temos aqui. A Brasil Ride proporciona algo único, de estar próximo deles em vários momentos e você acaba incrementando durante o dia a dia lá os aprendizados apenas de observar eles e conversar também.

3) O que o seu Estado ganha com a realização da Brasil Ride?

Resposta: O Estado da Bahia só tem a ganhar com esta prova sendo sediada aqui em oito anos. Alguns anos na Chapada Diamantina e agora no Sul da Bahia. No segundo semestre todo mundo fica imaginando e esperando os dias da Brasil Ride. A Bahia ganha muito porque virá o centro de atenção do esporte. O Estado ganha novos praticantes e o nível dos ciclistas baianos só aumenta por causa da competição, porque tem gente que faz preparação de meses, três, quatro ou até mais, para correr a prova. Além disso, tem o turismo fortalecido. Muita gente se desloca para a região de Arraial d'Ajuda para acompanhar o evento, principalmente no último fim de semana, com a Maratona dos Descobrimentos.

4) Quão importante é ter vencido a categoria American Men da Brasil Ride na tua carreira? Você acha que dá uma projeção legal em termos nacionais?

Resposta: Correr a Brasil Ride sempre foi um sonho para mim como ciclista. Eu acompanhava desde mais novo as edições da Chapada Diamantina e também em seguida no Sul da Bahia. Foi a primeira vez que competi e fui campeão ao lado do meu parceiro Mario Veríssimo, na disputa dos melhores das Américas, conquistando a camisa branca da prova. Sem dúvida foi um sonho realizado entrar nesta prova e disputar de igual para igual com outros atletas que. ou estavam entre os favoritos ao título geral, ou até mesmo ao das Américas. Isso me ajudará muito a crescer como atleta, também com minha marca que me patrocina. A nível nacional você passa a ser visto de outra forma pelos adversários. Estará para sempre na minha memória esse título.

5) Por fim, qual o benefício de um evento desses para ciclistas jovens, que é o teu caso por exemplo?

Resposta: Uma prova como a Brasil Ride, para um atleta jovem, passa a ser fundamental no desenvolvimento como ciclista. Todos que vão disputar o evento têm vontade de voltar e também saem com uma visão diferente do que é competir e disputar uma corrida. São sete dias que, como diz o próprio slogan, são muito mais do que uma prova, uma etapa da nossa vida. Você começa a pensar diferente, refletir os obstáculos de outra maneira. Antes eu via algumas coisas de um jeito e agora amadureci e vejo de outra forma. Experiência de vida, muito diferente das demais provas que corremos no País. É super favorável a um ciclista no início de carreira disputar a Brasil Ride.

6) Mais alguma coisa que você gostaria de dizer sobre a Brasil Ride?

Resposta: Gostaria de destacar outro ponto positivo da Brasil Ride, que é o fato dela ser disputada em dupla. Para você competir em um evento deste individualmente, teria um outro sentido. Já em dupla passa e ter outro. Você fortalece os vínculos com essa pessoa, e é fundamental é ter um bom parceiro. Um ajuda o outro, trás segurança e isso faz total diferença. Na Brasil Ride você descobre que tem ao seu lado um ciclista que seja parceiro e te apoie ao longo dos dias, de várias formas.

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